sexta-feira, 15 de novembro de 2013

2013

(É como olhar para o fundo dum poço que me apareceu à frente. Estou debruçada, mas pouco.) Olá! Ainda aqui estamos? (Coloco minha orelha virada p'ro poço e espero.)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

À la plage



Parabéns Dona Rosita :)

quinta-feira, 14 de julho de 2011

cuncerto (tmbm X'P )

o 'Resto'

Jimmy eat world - bah!, 30% das músicas/concerto valeram, mas 70% foi quase encher chouriços. My Chemical Romance - para o bem ou para o mal, foi o oposto; 30% era praticamente dispensável, mas deram um concerto muito competente e enfiaram riffs e refrões pegajosos pelo hipocampo abaixo (não posso dizer que tenha sido um inocente bystander, anyway..); "I'm not ok", "Save yourself", "Black parade" ou "Destroya" foram momentos absurdos. Xutos é Xutos; ao 4º(ou 5º) concerto dos 'comendadores' lá decidi dar-lhes uma oportunidade e tentar entrar na onda deles e posso dizer que não me arrependi; destaque para as músicas do primeiro disco, "78/82".

Iggy Pop & the Stooges... o homem é um diabrete; não pára quieto e quando saía de palco já havia contaminado um ou dois dos outros 'cotas' da banda que lá se passavam dos carretos - o baixista a certo momento parecia ter entrado em estado epiléptico, e de repente é vê-lo a copular com o amplificador, via baixo. O vocalista, fora os breves instantes em que ia para o backstage recuperar fôlego não parava e lá queria ficar com o público português, pois mesmo depois do concerto terminar e a banda abandonar o palco ele ainda se passeava pelos corredores aos saltos 'mancos' tão característicos, cumprimentando o máximo de pessoal do público que conseguisse. Quase foi preciso os seguranças arrastá-lo para abandonar o "palco". O concerto rebentou desde o início com "Seek & destroy"(música que tem na versão dos Red hot chilli peppers uma bomba sónica espantosa, por exemplo), que eliminou qualquer paz que houvesse nas primeiras filas, e já perto do fim desfilou outros hinos que não deixaram os mais atentos indiferentes, como "Be your dog" ou "I got a right", que na voz já gasta da velha iguana tinha mesmo assim um verdadeiro incitador do caos. Inesquecível é um adjectivo que não fica nada desadequado ao que aconteceu nesses minutos.

Foo Fighters



O poder desse monstro chamado rock : tanto pode servir para destruir, como para regenerar. Fascinante ao ouvido de quem aspira a aquecer a alma com vocação de piromaníaco. Eram provavelmente 1:00/1:30 quando os gritos de aclamação aos 5 elementos da banda que havia acabado de subir ao palco se iam dissipando por entre o feedback e os rugidos dos amplificadores, quando ouço mesmo ao meu lado um 'miúdo' gritar a plenos pulmões - qual cego que finalmente consegue ver - "Já nem sequer estou cansado! Já não estou mais cansado!!", enquanto salta acompanhando o rebuliço geral que se alastra pelas centenas de metros de público. Os Foo Fighters estavam novamente sobre um palco português, bem à nossa frente. Dave Ghrol encarava o público de uma ponta à outra como que avaliando, sério(ou talvez não) as intenções de cada um dos presentes, certamente para ter uma ideia(ou certeza) de com o que poderia contar para aquelas quase duas horas que se seguiriam.
'These are my famous last words' é a primeira frase a sair das goelas do vocalista e líder da banda, que arranca logo com "Bridge burning" e "Rope", dois dos 12 endiabrados temas que compôem o excelente novo álbum 'Wasting light' - a principal razão que me fez decidir de vez embarcar nesta alucinada concretização. Sem qualquer tipo de artifícios ou espetáculo visual extra, todo o concerto da banda foi baseado apenas naquilo que era mais importante - as canções. Não é normal uma banda com a longevidade dos Foos ter o público a puxar pela voz nas músicas mais recentes; normalmente os fãs resguardam-se nos temas do passado. No entanto desde o primeiro verso que se percebeu que todos os que estavam ali estavam cientes da grandeza das novas canções e o público entoou com intensidade, tanto 'your bridges are coming down/ they're all coming down(...)' como 'I'm coming,/ out of my head,/ into the clear(...)', sem qualquer pausa. Por momentos quase pareceu que estavam em piloto automático, como se o tivessem de fazer, quer estivesse ou não ali alguém a assistir. De referir que foi nesta última que desbundei ao som de um dos melhores riffs de guitarra da noite. No fim da música lá os senhores fizeram questão de trocar as voltas ao pessoal, tal como se tanto esta como outras músicas que viriam a seguir, fossem composições em aberto, e eles dessa forma, iam aproveitando para surpreender o público com continuações e improvisações que passavam para o lado de cá, primeiro como momentos 'wtf?', para logo dar lugar a uma adesão sem mais hesitações.
'Keep you in the dark...' estava dado o mote para "The Pretender", já considerado um clássico, que a banda soube gerir muito bem, hesitando e fazendo subir a ansiedade dos fiéis bem antes do twist a meio da música. Cada uma das malhas era debitada com uma energia exemplar. É chegado então o momento em que Ghrol convida '..This called "My Hero", sing it!' enquanto os primeiros acordes já se faziam soar, já a bateria de Taylor Hawkins marcava o compasso. O público acorre em massa e ouve-se tanto o vocalista como o público, tal a massa sonora que era projectada do lado de cá para o palco. Quase no final Ghrol deixa o público cantar o refrão à capela, num momento de comunhão, quase, que culminou com (novamente), uma explosão sónica na forma de improviso com o qual a banda remata este incontornável tema.
'Hi, how are you? We are the Foo Fighters, nice to meet you', diz ele muito esganiçado e a fazer a expressão mais cómica; este tipo tem de ser o gajo mais divertido do Rock! X)




Há um trunfo que os (já) clássicos dos Foos têm sobre as demais: o 'peso' do tempo. Ao som da malha que se seguia, "Learn to fly", fui praticamente transportado para 1999, onde juntamente com mais 3 gatos pingados passava as manhãs de sábado a escutar um certo cd de nome 'There Is Nothing Left to Lose', isso quando não arriscávamos a acordar os vizinhos a arranhar(!!) esse mesmo single. Cantar esta músicaa juntamente com toda aquela multidão e a banda não foi apenas cantar uma música, mas algo quase surreal e muito divertido, pois esse mesmo intuito de diversão é a principal mensagem da música (ou pelo menos o que mais se retém do videoclip original da mesma).
Chega então "White Limo", a música mais agressiva que já ouvi deles nos últimos tempos, mas que consegue mesmo assim reter em si todo o espírito dos FF. 'Como é que eles o fazem?', eu não sei, mas esta era daquelas que dava mosh e mesmo assim toda a genta fazia festa ao entoar o refrão; brilhante!
"Arlandria", através de feedback e dos excelentes versos 'Ain't that the way it always starts/ A simple round of conversation/ In the shape of an equation/ A future station to station'. Entoações em coro; as sapatilhas novas do Pat Smear (antigo guitarrista de apoio dos Nirvana, agora parte da formação dos Foo Fighters); o abrandar da música pelo seu maestro e compositor, ao som de palmas por todo o recinto apenas para ele entrar em mais uma escalada de cuidadoso 'wisperer' a verdadeiro 'screamer(!)'.
Mais um momento de 99, na forma de "Breakout", arranca com o público a cantar quase sozinho para explodir com o instrumental e dar lugar a mais uma dose potente e melódica de rock'n'roll. Com mais um refrão que enverga um daqueles chavões, e Dave a abrandar para indicar ao público que o acompanhe no refrão final, para acabar por 'screamar' como se não houvesse amanhã e riscar mais essa do alinhamento. muitas mais ainda estavam para vir.
O frio atacava; a fome e tudo o mais; o sono, o cansaço começavam a incomodar, mas era aí que íamos buscar forças aos camaradas desconhecidos que também estavam ali aos saltos sem saber bem porquê, já que todos estávamos praticamente esgotados. No entanto Dave já se preparava para perguntar que já estavamos cansados e queríamos ir para casa descansar, e ninguém queria arredar pé. Demasiado teimosos para perder o que quer que fosse do espetáculo, mesmo que isso implicasse levar as forças ao limite.



Infelizmente a banda preparava um turn off insuspeito... "Cold Day in the Sun", uma música que apesar de interessante, é cantada por um quase aflito Taylor Hawkins(enquanto toca bateria), ao passo que Ghrol apenas ajudava nos coros. Nada contra a experiência, mas sinceramente é um momento que não consegue estar à altura de tudo o resto. De qualquer forma talvez até tenha sido algo positivo, uma vez que assim dava para ter um ponto de comparação para nos apercebermos da sorte de estar a assitir à execução de malhas como algumas que ainda estariam para vir. Mas entretanto ainda fomos brindados com uma "Long road to ruin", que pode ser considerada como um dos momentos mais próximos da folk americana que a banda já teve, mas que mesmo assim recolheu boas reacções. Daí fomos todos para uma "Stacked actors" onde dois dos(3) guitarristas da banda - Ghrol e Chris Shiflett - se lançaram numa batalha de solos de guitarra que, dada a boa disposição dos dois intervenientes, acabou por ser mais um momento muito divertido, em oposição a algo demasiado 'técnico-aborrecido'. Outra música que soube encontrar o seu caminho através da carcaça até ao 'core' de muitos melómanos foi mesmo a que se seguiria - "Walk"; música(ou até mesmo hino) que está para a desorientação como a fénix está para o carvão, é um daqueles suplementos vitamínicos a que toda a gente quis prestar a devida oração mesmo antes de ingerir por completo sem deixar um pingo de remorço para trás.




Neste momento Dave faz um interlúdio, através do qual fez questão de sublinhar que 'Rock'n'Roll it's about people & instruments... we don't need fuckin' cumputers', a propósito do facto do novo disco ter sido integralmente produzido de forma analógica (mesmo na edição - no qual Butch Vigg [o repescado produtor de 'Nevermind'] teve mesmo de recuperar as suas lâminas de corte para retalhar a fita com as gravações... just one of those stories). "Dear Rosemary" uma das minhas músicas favoritas - do novo disco e do catálogo dos Foos, desde que a ouvi - é então iniciada. 'This was no ordinary light' lá cantava Ghrol e o público, em coro, atravessando uma massa de energia sonora que por vezes chagava a arrepiar, tal era a urgência das melodias, para então apaziguar numa pequena pausa onde o líder desbundou um instrumentalzinho com aroma a blues e um je ne sais quoi de r'n'b - talvez devido à prestação adicional do teclista de suporte que acompanha a banda, ao qual Dave a certo momento se refere descrevendo 'he's always high'; o homem realmente andava sempre com alguma coisa enrolada na mão(...)
"Monkey Wrench" fez toda a gente saltar com a 'pica' dos anos 90 nas veias - malhas como esta quase atuavam como estupefacientes poderosíssimos. A música foi desenrolada pela banda à nossa frente apenas até ao momento em que o vocalista pausa tudo e anuncia que a parte seguinte da música é de uma exigência tal pela voz que não quer que o público o veja a gritar, daí que diz que só o faz às escuras; o público impaciente(e cego) após 30 segundos a bater palmas passa a 'uivar' e o frontman retalia com gritos projectados de uma forma quase desesperada ao que acorreu o resto da banda de seguida com o instrumental e enfim deram o golpe nesta que foi uma das músicas mais emblemáticas da segunda(?) geração do Grunge.



O álbum anterior - "Echoes, Silence, Patience & Grace" - foi um álbum muito particular na discografia da banda; por essa altura já toda a gente sabia que os FF sabiam tanto tocar furiosamente, como de vez em quando atirar uma balada, mas nesse disco eles arriscaram atirar o máximo desses distintos elementos/variações sonoras para cada uma das canções, dando lugar ao cd mais 'progressivo' da banda. A música que se seguiu foi "Let it die" e entrou insuspeita e praticamente despercebida através dos ouvidos cansados do público para uma vez já instalada começar a crescer progressivamente até que de um pseudo-lullaby se tornou num verdadeiro tornado com o Dave a dar tudo por tudo debitando o refrão como se não houvesse amanhã, coisa que puxou pelo público que depressa o acompanhou e apenas parou quando os amplificadores pararam de rugir. "These days" é uma música que transporta uma mensagem um pouco dura, mas que esta e apenas esta banda consegue revestir de melodia que torna tudo um pouco mais leve, mas sem comprometer a integridade do sentimento, e toda a gente adorou vê-la/ouvi-la/cantá-la em concerto.
Chega então, novamente, outra das músicas de '99 - "Generator", que enverga um dos riffs com mais groove que já os ouvi debitar na guitarra. Um momento quase solarengo, que mesmo assim não ficava nada a dever à energia das melhores malhas e deixou muito boa gente bem disposta :)



'WooOow... WooOow... ' esta era a melodia entoada por toda a gente pela altura que a música seguinte terminou. De seu nome "Best of You", foi uma catarse do início ao fim da malha. A meio o veterano do grunge teve ainda de interromper o público que a meio de um momento de silência entoava o tal "WooOow.." sem parar para dizer 'Hey!, there is more!..' O público lá deixou a banda terminar a música, e... mais "WooOows" do lado de cá, aos quais o frontman respondia com gestos quase a imitar a Amália quando dizia '..w'Brigada w'Brigada'. Então começa um som de fundo que mais parecia o início de uma morna que uma nova dose de rock'n'roll. Estavam dados os primeiros passos de "Skin & bones" que por esta altura já toda a gente conhecia e respeitava devido ao cd/espetáculo acústico da banda, de 2006. Um momento delicado a que todos se adaptaram e até deu para inventar um coro meio 'vaudevillesco'... toda a receita parece muito estranha, mas a verdade é que funcionou, e muito bem.
"Are you ready to go home yet? I... don't know if we haaaave.. more songs.." e lá vem "All my life". God, eu já nem me lembrava desta música, e mesmo assim não sei bem como acabei a cantá-la, como toda a gente que ali estava... o raio do entertainer da noite e os seus companheiros bem sabem como inspirar uma multidão. A música não terminou sem que a banda se atirasse a mais uma improvisação endiabrada e... o que se passou?... parou tudo? 'All my life...' irrompe ele de novo a partir do nada e então dali a nada está todo o público a projectar 'Done, done; on to the next one!!!', e então acaba. Os senhores retiram-se, e os elementos do público ficam sem jeito, a olhar uns para os outros. 'Será que já acabou?... Nãã, não pode ser..." Isto, eram já 02:30 da manhã.




O público não arredava pé, e então Ghrol finalmente aparece de novo no palco para ter uma pequena conversa com a assistência. 'i feel we are meant to be here together... so this song is for you guys': "Times Like These" através da voz que mostra que já provou do cansaço com que o vocalista também sabe cantar e guitarra em formato acústico. A música parecia executada de forma a ser algo intimista, apenas entre o carismático líder e os seus fãs, mas é então que as luzes dos holofotes flasham, os instrumentos rugem e já todos os elementos estavam a postos e a executar a segunda parte da música, num boost enérgico que deu nova vida aos espectadores para aquele que estava já a ser o 'encore'.
Às vezes gostava de ter um pouco mais de algumas coisas, como por exemplo tempo e memória para explorar todos os clássicos(..) - um pouco de investigação levou-me a perceber que aquela mescla de sons que ninguém percebeu bem donde vinha era "young man blues" dos The Who. Um tributo à banda que nos idos 70 deu origem a uma expressão tão intrigante como 'Maximum R&B'... mas mesmo ás cegas lá nos entregámos todos à mercê do que os senhores debitavam que acabou por se emaranhar num freestyle bem old school.



'This is a f#ckin' love song... (...) If I come back will you come back?'
'Yeeeeaaah!!'
'Really??.. ok, then when we come back we can sing this song together again'
...rasga a música e soam as primeiras palavras 'Hello/ I've waited here for you..'; estava dado o mote para "Everlong". Muitas das pessoas no público tinham ido para ouvir esta música em particular e eu nem estava a pensar muito nisso, mas na verdade dá para perceber, porque esta malha/balada simboliza muito bem a preciosidade de algo tão inocente como o que explodiu no início dos anos 90 apenas por uma razão: paixão.
Paixão pela música; paixão pela direcção oposta; paixão por essa melancolia que estava para vir, pois sabíamos que mais cedo ou mais tarde a inocência iria acabar.
E assim acabou também o espetáculo.

Ghrol (praticamente) promete voltar; vamos ver se da próxima não é tão longe outra vez...

segunda-feira, 21 de março de 2011

cuncerto

A rede social deu cabo do bloguiu. Foi o q foi. Eh, eh!
Não é coisa que me entusiame botar lá faladura :)

Chegou a Primavera.
Vou ver Roger Waters hoje no Pavilhão Atlântico :)

sexta-feira, 18 de março de 2011

e em 2011 nem uma entradinha para adoçar o bico...
nem uma patanisca, nem um panadinho do dia anterior
nem um picle

nem um nada...

há momentos assim na bida :)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Na galáxia gluten free

"Sempre em busca de croquetes e rissóis."

Agora são de farinha de milho
Maizzzz uhmmm Pipocas
Fécula de batata e bolachas de arroz

Trocaram-me o leite das bacas.
Dão-me bebida de arroz. É bom, mas já não tenho cappuccinos. Junto com flocos de chocolate e lambo tudo.

Depois preguiço um bocado, bocejo e espero que me afaguem o pêlo.
Por falar nisso, tenho aqui um pedido:

Quero uma atualização p experiência da eletricidade estática. Já que me usam como cobaia, troquem a qualidade daquela escova. Na galáxia onde moro agora, há umas iónicas. Isso sim tem qualidade...

O home que expulsou o Plutão da Casa dos Planetas, que me mude as escovas do laboratório do 4.º Ano, faz favor.


Feliz Natal Virtual
Vivam os Santos Populares p dar marteladas nas cabeças de toda a gente :)

música de natal



..it wanted out

end of a cicle i gess

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

terça-feira, 26 de outubro de 2010

change (in the house of flies)

Estou finalmente a viver numa toca na grande cidade que é o grande Porto. Parece ainda maior e quase ameaçador visto deste novo ponto de vista. Os outros roedores parecem potenciais predadores para um porquinho da índia pequeno e tacanho como o Espigõum...
A toca fica perto da serração onde trabalho com o Bolhas e a malta toda(...) e é partilhada por mais animaisinhos. Um roedor amigo dos tempos em que ainda jogávamos à bola com monelhos de pêlo de gatos e nos baldávamos às aulas de moral do sr castor, e uma parente próxima da Guiomar, parece-me, mas com sotaque da cidade de deus(D?), que é quem nos está a deixar aterrar na palha das várias divisões da megatoca com algumas décadas.
O meu primo Alberto já me avisou para eu ter cuidado.
O meu amigo roedor, Drube, está a planear terminar a especialização em construção de pontes de tronco-de-àrvore-de-caule-mole, logo após a qual irá sair do país da Natureza, procurar outras barragens.
O mutualismo e consequente redução dos custos de despesa(uma vez dividida) deu o toque de motivação que faltava para a decisão de seguir os passos do Fievel (An American Tail).


O facto de permanecer roedor ilegal em moradia menos legal, ainda me lembra mais o amigo "ucraniano" Fievel. Apesar de tudo penso que o 1º dia foi o mais difícil, tendo de carregar as malas pelas escadas até ao 5º andar da grande toca, uma vez que não temos el"hera"dor.

Mas a parte mais difícil é capaz de ser adormecer com os sons que os outros bichos da noite fazem, e cortar as amarras familiares contra a vontade dos cota-ratos(godblessem).

Anyways, os amigos selvagens deste roedor ainda o puxam para a má vida do rick'n'roll e por isso ainda estou com um pé na grande cidade e outro na toca-natal, por causa do estúdio, daí que dá para matar saudades.

Now it's all the way forward. Or is it?

sábado, 11 de setembro de 2010

dá mesmo, mesmo...

...pfff

que dizer. Cruzei-me com o video daquela que me parece ser a situação que me descreveste e...



blew tottaly my mind, 2 X')

She's coiz*! X')

sábado, 24 de julho de 2010

Filmar o dia de hoje :) [24 Julho]

O Ridley faz o chamamento, todas as pessoas com acesso a net e possibilidade de contribuir podem fazê-lo. Só temos de filmar algumas coisas que façamos hoje - essa é a premissa: o que acontece no mundo num só dia - e enviar só daqui a 2 dias(amanhã é pa trocar msgs com o sr Scott para ele ter uma ideia de quem filmou o quê, provavelmente para orientar os uploads do dia seguinte). Hoje é o dia das filmagens. Nem que só 5 minutinhos de algo que consideramos banal, mas pode ser útil; é um projecto entusiasmante, pois não haverá guiões com ficção nem 'esperar pelo dia certo para filmar aquela coisa espectacular', é suposto ser mesmo o que aconteceu num só dia - o dia de hoje(sábado, 24) :)
Aqui ninguém é particularmente especial; tudo é importante; todos são :)

http://www.youtube.com/lifeinaday



acho que vou passar o dia com uma câmara na mão X'D

sábado, 10 de julho de 2010

Somos mais velhos e estamos aqui. Porquê?, d'you know what i mean?

Antes de mais há que dizer que este é dos concertos que me levou(ainda leva!) mais tempo a digerir.

Quando todo o público já não conseguia mais olhar para as enormes cortinas vermelhas que forravam o palco e já só queriam ser 'put out of their(self) misery', entra sem espera, sem pompa & circunstância, nem qualquer tipo de stage-protocol, Mike Patton practicamente ao mesmo tempo que os seus colegas de banda com um pequeno 'piano-de-sopro' através do qual entoou a melodia de "Midnight cowboy", música feita para o clássico de '69, acompanhado por toda a banda que ia acrescentando intensidade à música instrumental conforme esta se ia aproximando do fim, em jeito de busca apoteótica, ao passo que as luzes também se intensificavam, saíndo do vemelho que criava uma penumbra tensa e soturna. Num tempo em que intros e outros são quase obrigatórias tanto em cds como em espectáculo, os FNM surpreendem por aparecer com uma tocada pela própria banda, e por esta ser logo uma versão de outro artista. Por aí já dava para ver o quão incomum era a filosofia que a banda - e principalmente O homem que é pacticamente 50% desta - iria apresentar em palco.
Quando rasga o instrumental de 'From out of nowhere' ninguém ficou indiferente e logo os ânimos revelaram que nem todas as horas de espera e cansaço acumulados teriam efeito algum sobre a adrenalina que ali se partilhava, fazendo todo o tempo dispendido e acumulado nessa "via sacra" não parecer mais que 'a minute here, and a minute there'.
Desde logo Patton aponta o megafone ao público e por momentos parecia que nos queria alvejar através dele, tal era a forma como assumia a sua posição de "vocês não nos estão aqui a fazer favor nenhum; fazemos isto só porque sim!". Também é impactante o facto de que estamos a assistir a um bando de post-midlife'crisis-men vestidos como banda-de-baptizados-e-casamentos(todos excepto o baterista Mike Bordin).
Os improvisos vocais de Patton a meio da música e a forma como atiçava o público como um pirralho faz a um cão esfomeado era mesmo algo que fazia aumentar os níveis de algo que viria logo logo a seguir: 'Be aggressive' :D Obviamente que os níveis de entusiasmo nesta música foram elevados, enquanto todo o público tentava entoar o refrão que exigia já à partida algo feito por um coro que eram os miseráveis que estavam do lado de cá da barricada. Infelizmente só mesmo o teclista Roddy Bottum conseguia estar à altura da tarefa, uma vez que a complexidade do ritmo-nas-palavras enleava a língua dos fãs esforçados. Mas tivémos de engolir o sapo entoando com o vocalista o vampírico verso "and i swallow!!" Passei uma boa parte desta música a mandar sms ao pessoal da banda, já que o nosso nome partiu, em parte, do nome desta música(mas não só :) Ouvi-la, inesperadamente, neste concerto foi uma forma de motivação muito particular.

'The real thing' foi uma surpresa enorme para mim, pois este foi um dos álbuns que ouvi e me passou ao lado, talvez por alguma imaturidade. Digo isto pela força da música e a forma como me deixou rendido. Foi também mais ou menos a primeira do concerto em que abrandaram um pouco a meio para que todos entrássemos no espírito mais experimental/ambiental criado pela banda, e para que Patton tivesse algumas convulsões de espírito possuído enquanto a tensão aumentava ao som de "I know the feeling/ it is the real thing". Uma música repleta de mudanças e vários impulsos sonoros de contraste enorme, nomeadamente no registo vocal. Só agora consigo apreceber-me do que tive à minha frente, tendo tomado por garantido algo que só agora percebo ter sido practicamente irreal: é impossível fazer aquilo com a voz; quando se desce a uma temperatura de graus negativos, congela e se é atirado logo tipo cubo de gelo para uma fornalha, o cubo estala!, parte!, não fica intacto... Como é que ele consegue?
(...)
O público começa a cantar "Olé, olé, olé" e Patton no seu brasilês(quantas mais surpresas tinha ele na manga???) adverte "ainda não, não agora". Não percebi. Saem-se com uma música calma e aí pensei que fosse essa a razão: 'Evidence'. O maestro indica-nos que estalemos os dedos em vez de bater palmas ou ficar simplesmente desorientados. Havia uma diferença nesta 'Evidence' em relação à versão do cd; esta estava a ser cantada, practicamente toda, em português. "...God is just a evidence... Eu não senti nada, não teve significado algum..." WTF??? O frontman esforçou-se muito e esta dedicatória é símbolo de uma dedicação especial, tenho de admitir, mas muito humildemente digo que adoro a versão normal :'P ..foi estranho, mas mesmo assim reconheço-lhe o Grande mérito.
'As the worm turns' revirou o cenário de calmo e acolhedor para algo novamente caótico, rápido, torbulento e de uma experimentação endiabrada de deixar uma pessoa a pensar "o que se passou aqui?". E de repente vem mais um exemplo de união perfeita das duas naturezas a que os FNM nos habituaram: 'Last cup of sorrow'. Os teclados como campaínhas chegavam-nos aos tímpanos, Patton adeverte, recorre ao megafone, cai rebola e avisa "It's your last cup of sorrow/ what can you say? Finish it today". E é então que chega mais um momento do meu favorito King for a day, fool for a lifetime: 'Cuckoo for Caca'. Que dizer? Foi como se 'O exorcista' estivesse a acontecer em palco, à nossa frente: instrumental do mais fenomenal que um dia me serviu de inspiração, e o homem endiabrado a devorar o micro com grunhidos como "sh#t lives forever, cause sh#t lives forever" e imediatamente a seguir encarnando um devilish-poo gritando "you can't kill me!" que mais no fim manipula numa pequena mesa que tem ao seu lado, donde saca uns improvisos esotéricos de manipulação da própria voz, e que contribuem para criar um ambiente de experimentalismo para ao qual os colegas abrandam e dão espaço, e faz deste mais um momento sigular. Nunca pensei reescutar esta música desta forma. Mas na verdade nenhum dos que estávamos à frente pensou: não dava tempo, pois precisávamos de nos debater contra o devilish-poo attack X'D

E sem mais cerimónia somos levados "pela mão" para algo mais calmo a convite de uma 'Easy' que quase ninguém gosta de admitir que gosta, mas toda - TODA! - a gente cantou em coro. Revigorante.
Mas é com 'midlife crisis' que a banda me arrebata sempre!, e não houve excepção nesta noite. Os meus joelhos renasceram, e todos na frente saltámos que nem doidos ao som de "you're perfect, yes it's true, but without me you're only you", e foi particularmente intenso o momento e que o maestro deu sinal à banda para que parasse e tivémos oportunidade de cantar para eles, retomando ao fim de uma wacky-instrumental-intervention e matando a besta que é aquela grande música. Agradece com simples e largado "obrigado", ou "obrigadíssimo", e olha-nos meio de lado, mas a gente não quer saber. Estamos ali para a música e ele apenas calhou de ser o diabo iluminado que a conseguiu fazer. Ele sempre foi bom na 'Gentle art o making enemies' ;') "if you won't make a friend now, one might 'make' you", "there's no easy way out!" e uma das melhores malhas deles está-se a tornar uma realidade em palco. contrastes de frio-quente, quente-gelado, devilish-quente, contratempos de jazz adaptados para o rock e as acelerações deixam-nos derrotados, rendidos e sendentos por mais. Queremos virar cinzas em frente ao palco e 'Ashes to ashes' rompe com o riff mais à Alice in chains que os FNM têm de seu. Lindo! "Smilin with the mouth of the ocean, And I'll wave to you with the arms of the mountain" e ele grita que nos vê! Os solos que Jon Hudson debita em palco jamais poderã ser ignorados (apesar de não tentar sequer fazer frente ao protaginismo agocêntrico de Mike Patton), tendo nesta música momentos brilhantes, mas já os tendo tido também com 'Easy' e 'Gentle art... enemies', anteriormente. "Be closer" acaba Patton a debitar pelo microfone já massacrado de tanta porrada sónica.
"Para os amantes" adverte o vocalista como que fazendo sinal de aviso que aí vinha algo inesperado para os mancebos que se alistaram à frente. Este nunca foi homem de um amor só - comprovado pelos imensos projectos pelos quais se distribui - e descer do palco, pelo corredor a meio do recinto através do público, ao som da ultra-melting-heart-romântica em falsete 'Ben' dos Jackson 5(surpreendente, uma vez mais), o maestro ergue-se no meio do recinto para os amantes, que estariam lá atrás resguardados.

Somos "mal educados", "bestas" e nem um monitor de som conseguimos ter a funcionar para o homem em cima do palco, quando ele tenta ser 'King for a day'**, mas realmente também depois de lhe terem tentado roubar um sapato enquanto se atirava para o público na música anterior não deve ter jogado muito a nosso favor. Até teve de o resgatar agarrado em dentes para não o perder!
Para descomprimir, pelo desenvolver da intensa e muitas vezes menosprezada música sobre um aniversário amargo** (is it?) o vocalista apresenta-nos uma forma de acompanhar a música com palavrões(.pt) ditos ao ritmo da música, quando a banda se perde no maior e mais intenso jogo de experimentalismo do concerto, com teclados, percussão surda, ruídos e Patton a manipular na sua pequena mesinha os também surdos palavrões portugueses. Foi um dos melhores momentos pela sua pureza de criatividade musical; já não estavam a executar: estavam a criar. Eu não soube como conter a minha indignação. É como se não fosse possível reunir todos os estados de espírito necessários para assistir a todas as nuances de um concerto de Faith no more em tão pouco tempo. E em tempo nenhum, se fechássemos os olhos, o palco era um zoo, uma floresta povoada por sons de agitação nocturna.
Finalmente a selva é devastada para que se dê lugar a uma das músicas mais aguardadas - provavelmente a única que consegui apreciar do dito album Real thing desde o início: 'Epic'. O nome diz tudo, a música é provavelmente o momento mais épico da banda e em palco concretiza um momento solene em que o público tanto entoa em coro "is it!.. what is it?.." como sente o aproximar de algo que se fecha, como que a eminência do clímax. E eis que a música termina, com a linda linha de teclado que Roddy Bottum executa de forma imaculada.
No fim Mike Patton tira dois dedos de conversa para deixar o público confuso, com divagações estranhas, acerca de "estamos aqui.. porquê, se somos mais velho?" (???) partindo de seguida para a "última música": 'Just a man'. Fusão intensa de balada, com rock, e refrão gospel, nem o baixista Billy Gould conseguia estar quieto(a verdade é que foi dos mais agitados em palco), nem Mike conseguia tirar o microfone dos dentes(!!!), eticando-se todo para uma extremidade do palco e ficando apenas suspenso pela tenão do cabo e pela forma como so seus dentes prendiam o micro enquanto cantava(!). "É possuído", "É o patrão" são palavras das mais usadas para designar o homem que teimava dizer que não passava de mais do que apenas um homem. Fim com um último improviso à capela de Patton, que subia de um tom rouco e grave até um falsete fortíssimo e oscilava entre os dois, antes dos últimos acordes da música.

Só espero que nós tenhamos estado à altura, pois eu sinceramente não sei se estive lá. Era como estar a ver os Faith no more, mas não conseguir perceber, no momento, a língua que eles falavam.
Mas o concerto ainda não havia terminado e enfim chega o 1º de dois encores:
primeiro começa por perguntar se queremos ouvir fado, para de seguida gozar com o baterista - que digo, é um dos mais reputados da cena rock/metal, tendo já tocado, após a cessação dos Faith no more, com gente como Ozzy Osbourne, Korn e Jerry Cantrell -, tendo reclamado, teclista e público, em socorro do percussionista. É então dedicado o(adiado no início) 'Olé, olé, olé' à miséria da selecção portuguesa no mundial(lol), que começa só com ele e o público e ganha força no instrumental que vai, em jeito de improviso, primeiro aparecendo e logo subindo, para então dar lugar a um 'Chariots of Fire'(Vangelis) que culmina numa 'Stripsearch', do último Album of the year. Música conhecida por ser uma divagação bem calma com Patton a cantar e deambular por cima de uma frágil tensão sonora, mas que no fim começa a engrossar no som. No início do intrumental Patton presenteia-nos ainda com um cheirinho de beatbox, algo que ele já explorou bem com o seu colega Rahzel(mestre na matéria) num projecto anterior. Esta foi a única música onde Patton tem um deslize - "F for fake" foi o verso do único(!) desafinanço da voz deste Senhor em todo o concerto. Para as "delicadezas" do que ele faz com a voz, é Obra!
Em jeito de terminar uma noite cheia de surpresas, temos então um último 'Surprise! You're Dead!', que nos deixa com mais um punhado de riffs de rock bem cáustico e um apresentador/vocalista que anuncia que já estamos no fim, da forma mais agressiva possível.
A banda regressa então para o último momento. Talvez fosse óbvio o facto da banda pensar apresentar o original que têm com título em português - 'C####o voador' - no entanto, penso que a maior parte do público vivia bem sem este momento de bossa nova. De qualquer forma há que admitir que foi a cereja no topo do bolo - e um último poo em cima da selecção, visto que foi dedicada ao "palhaço" do "Cristiano" Ronaldo -, já que encerrou uma noite marcada principalmente pela(grande) força do experimentalismo.

São uns senhores - e ele é 50%! :)

:)

Faith No More:

Midnight Cowboy (John Barry cover)
From Out of Nowhere
Be Aggressive
The Real Thing
Evidence
As The Worm Turns
Last Cup of Sorrow
Cuckoo for Caca
Easy (The Commodores cover)
Midlife Crisis
The Gentle Art of Making Enemies
Ashes to Ashes
Ben (Jackson 5 cover)
King for a Day
Epic
Just a Man

Encore:
Chariots of Fire (Vangelis cover)
Stripsearch
Surprise! You're Dead!

Encore 2:
C####o Voador



youtube(concerto transmitido pela sic radical):

http://www.youtube.com/watch?v=y3MvAv5fp3s
pt 1 (Midnight Cowboy (John Barry cover), From Out of Nowhere, Be Aggressive(...)
http://www.youtube.com/watch?v=sf-5O05Qq68
pt 2 (...)Be Aggressive, The Real Thing) (...)
http://www.youtube.com/watch?v=P9N8o-LIJNY
pt3 Evidence, As The Worm Turns, Last Cup of Sorrow (...)
http://www.youtube.com/watch?v=YUBsXMGPeHg
pt 4 (...)Last Cup of Sorrow, Cuckoo for Caca, Easy (The Commodores cover), Midlife Crisis (...)
http://www.youtube.com/watch?v=w49n-ohkYAo
pt 5 (...)Midlife Crisis, The Gentle Art of Making Enemies, Ashes to Ashes, Ben (Jackson 5 cover) (...)
http://www.youtube.com/watch?v=aTewETUPWQs
pt 6 (...)Ben, King for a Day(...)
http://www.youtube.com/watch?v=eyhEjO1J4oQ
pt 7 (...)King for a Day, Epic, Just a Man(...)
http://www.youtube.com/watch?v=VU7X7CPq5ZE
pt 8 (...)Just a man, Chariots of Fire (Vangelis cover), Stripsearch(...)
http://www.youtube.com/watch?v=myO9WvqmPQQ
pt 9 (...)Stripsearch, C####o Voador(...)
http://www.youtube.com/watch?v=KI1uXvXfoQw
pt10 (...)C####o Voador

quinta-feira, 17 de junho de 2010

...

TENHO SAUDADES VOSSAS/NOSSAS!!!!


ouviram?

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Made in...

É oficial: nas férias de verão vou à Expo! :)



Já há muito que ansiava por pôr pés no oriente e experimentar estar um pouco dentro do ambiente que gerou algumas das coisas me têm causado mais admiração, tanto a nível cultural, como de criatividade. Ainda não é o Japão(!), mas já é um começo :)

I'm goin' Shanghai samurai mode, hehe.. X'D

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Um funeral à chuva

Foi com orgulho que presenciei o culminar de mais um grande passo no esticão que está a ser a carreira - e consequente maturidade(ou não) - de um amigo meu. Diria grande amigo meu, mas sinto que esse título era mais digno de mérito se ainda fossemos cúmplices da mesma forma que fomos no passado. Mas é um caro amigo, e uma pessoa que jamais me irá deixar indiferente.
Foi ele que me ensinou a levar algo até ao fim.

Se tivesse de escolher a banda sonora para ilustrar a noite de 25/05/10, essa seria a "dança do balcão". Brindes, abraços e toda a saudade a transbordar depois de umas horas, uns copos e alguma paciência e tempo de espera para digerir aquele que foi o filme (também) da minha vida; não por ser o meu filme de eleição, ou que me definiu, mas por ter uma parte de mim lá estampada. Em minha defesa tenho a dizer que este senhor é de alguns exageros. Daqueles que algumas pessoas não aturariam, ou acharão de bom tom; daí que é sempre bom sublinhar que muito é ficção e que, apesar de parte da personalidade de alguns amigos deste realizador estar lá, eles não deixam de estar transformados em personagens tipo, com imensas acções que vão bem para lá da realidade passada, cometendo os exageros que ele provoca e criando as ligações pelas quais ele conspira. Penso que uma influência nos seus trabalhos, insuspeita mesmo a ele próprio, acredito, é Gil Vicente.
A tragi-comédia é a sua marca.
E este é o trailer do seu primeiro filme "a sério".



http://www.umfuneralachuva.com/
http://www.youtube.com/user/umfuneralachuva

a imprensa também andou ao barulho e este domingo vou-me ligar ao "Só visto!" na rtp1 a ver se é neste que aparace a dita entrevista que me falaram que ele ia dar.

Desejo a melhor sorte do mundo a todos meus amigos, e este definitivamente não é excepção.

sábado, 22 de maio de 2010

25h sem dormir (...) são o equivalente a uma taxa de alcoolémia de 1g/l

Porque é um assunto que toca a todos nós, partilho uma reportagem que li este mês e me pareceu bastante interessante. Apesar que, no final de contas pouco alterará a nossa rotina.
Mesmo assim...












alguns exemplos de rotina de sono:



sexta-feira, 14 de maio de 2010

Here comes the sun

Here comes the sun, here comes the sun,
and I say it's all right

Little darling, it's been a long cold lonely winter
Little darling, it feels like years since it's been here
Here comes the sun, here comes the sun
and I say it's all right

Little darling, the smiles returning to the faces
Little darling, it seems like years since it's been here
Here comes the sun, here comes the sun
and I say it's all right

Sun, sun, sun, here it comes...
Sun, sun, sun, here it comes...
Sun, sun, sun, here it comes...
Sun, sun, sun, here it comes...
Sun, sun, sun, here it comes...

Little darling, I feel that ice is slowly melting
Little darling, it seems like years since it's been clear
Here comes the sun, here comes the sun,
and I say it's all right
It's all right